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29 Janeiro 2021

TENDÊNCIAS DO CAPITAL HUMANO

Este texto é baseado no artigo “2021 Global Human Capital Trends” realizado pela empresa Deloitte e publicado em dezembro de 2020. Pode consultar e analisar todo o artigo em: https://www2.deloitte.com/us/en/insights/focus/human-capital-trends.html

A situação atual que vivemos está em constate mudança e, de forma a poder alcançar os objetivos delineados, os processos adotados devem acompanhar a todo o instante esta mudança.
Como tal, tendo em vista a mudança abrupta dada em 2020, as empresas com uma mentalidade de “prosperar” compreendem que o que aconteceu não será uma coisa pontual, mas sim contínua - a mudança será a única constante. Aliás, as empresas com esta mentalidade “abraçam” esta premissa e usam-na como catalisador para crescer.

Na visão da Deloitte, as empresas que mudam de uma mentalidade de “sobrevivência” para “prosperidade” têm no seu centro de atenções a “humanidade”. Isto não é apenas uma forma diferente de pensar e de atuar, é uma forma diferente de ser, uma visão que aborda todas as questões, problemas edecisões de um ângulo primordialmente humano.

E é sobre humanidade que muitas das tendências se debruçam, o que não poderia ser de outra forma, visto que as empresas são feitas de pessoas para pessoas.

Para que a mentalidade possa mudar de “sobrevivência” para “prosperar”, é preciso que as 5 tendências que a Deloitte estudou sejam aplicadas de forma dinâmica e a nível estratégico.

Como tal, as 5 tendências são:
  • Integrar a saúde física, mental, financeira e social dos trabalhadores na conceção do próprio trabalho, em vez de abordar o bem-estar com programas adjacentes: empregos que abordam a necessidade humana de qualidade de vida podem motivar as pessoas a darem o seu melhor quando estão a trabalhar.
  • Capitalização da atividade e da escolha do trabalhador como meio para promover a aprendizagem, adaptabilidade e alcance: dar aos trabalhadores mais controlo sobre o seu trabalho e sobre as experiências de aprendizagem a desenvolver, pode aumentar o seu empenho, porque lhes permite concentrar os seus esforços em coisas que verdadeiramente lhes interessam.
  • Criação de equipas e superequipas que utilizem a tecnologia para melhorar as formas naturais de trabalho humano: o uso ponderado da tecnologia torna possível mudar a natureza do trabalho, de modo a tirar o máximo partido das capacidades distintamente humanas das pessoas.
  • Desenvolver e agir com base em “perspetivas de futuro” utilizando dados em tempo real de forma potencializar a força de trabalho: compreender a força de trabalho é o primeiro passo para alinhar o seu comportamento com os objetivos organizacionais, reconhecendo para isso as necessidades dos trabalhadores, as capacidades a desenvolver, e respeitando os seus valores e os da organização.
  • Mudar o papel dos RH: da uniformização e aplicação de políticas laborais para uma nova responsabilidade de redesenhar o trabalho em toda a empresa.



 
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