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29 Janeiro 2019

10 Tendências do Capital Social e Humano

Em 2018, observou-se um agitar dos conceitos anteriormente estabelecidos - há mudanças: na equipa de trabalho, no local de trabalho, nas tecnologias utilizadas no mundo do trabalho.
Consequentemente, as organizações já não são avaliadas pelas métricas tradicionais, tais como, performance financeira ou a qualidade dos seus produtos e/ou serviços. Cada vez mais, as empresas são avaliadas pelo impacto que as mesmas têm na sociedade, pelas relações com os seus colaboradores, clientes e fornecedores - transformando as “empresas de negócios”, em “empresas sociais”.
Numa realidade que tem emergido de forma sustentada, o capital social tem sido colocado num patamar próximo do capital financeiro. Paralelamente, 65% dos CEOs inquiridos consideram que o crescimento sustentável e inclusivo está no top 3 das prioridades estratégicas, sendo que o valor distribuído pelos sócios é citado três vezes menos do que o supracitado.
Atualmente, as empresas têm que incorporar as tendências exteriores, para dessa forma, conseguirem desenvolver relações positivas com a comunidade, ou seja, com todos os stakeholders. Desengane-se quem pensa que é apenas uma questão de altruísmo; construir relações favoráveis torna-se, cada vez mais, uma matéria para manter a reputação, atrair, manter, e envolver colaboradores valiosos e fidelizar clientes. As empresas representam, hoje em dia, um organismo no qual a sociedade confia para alterar a realidade da comunidade, contribuindo para o seu bem-estar constante.
Quais as tendências que se observam atualmente?
1ª tendência
Equipas que lideram equipas: Na organização, os executivos trabalham como equipa, e como equipa, lideram e guiam as suas equipas. Este tipo de modelo proporciona uma oportunidade aos executivos para compreenderem, gerirem e responderem às questões relacionadas com o capital social e humano com que a empresa se depara.
2ª tendência
Gerir para além da empresa: os gestores  reconhecem a necessidade de ativa e estrategicamente gerirem as relações com a equipa além do trabalho, o que cada vez mais afeta a entrega do serviço e a interação com os clientes.
3ª tendência
Novas recompensas: atualmente os colaboradores estão a pedir, cada vez mais, recompensas personalizadas, ágeis e holísticas, tendo por base o pagamento justo do salário.
4ª tendência
De carreiras a experiências - novos caminhos: atualmente a tradicional prospeção de carreira, foi substituída por um modelo que fortalece o colaborador para adquirir experiências valiosas, explorar novos papeis, e para que se possam reinventar continuamente.
5ª tendência
Trabalhar numa época de duração de vidas de 100 anos: as empresas começam a ver a maior longevidade da população como uma oportunidade para desenvolver novos planos de carreira.
6ª tendência
Cidadania e impacto social - a sociedade “segura o espelho”: o envolvimento da empresa com os stakeholders sobre os tópicos como diversidade, igualdade de pagamento de género, imigração e mudanças climáticas pode elevar a performance financeira e o valor da marca, enquanto que a falta de envolvimento pode destruir a reputação e alienar o público-alvo.
7ª tendência
Bem-estar - estratégia e responsabilidade: Uma vez que a linha entre o trabalho e a vida pessoal se desvanece, os colaboradores estão a pedir que as organizações expandam os seus benefícios, sejam eles físicos, mentais, financeiros ou espirituais.
8ª tendência
AI, robótica e automação - humanos no circuito: numa era em que a tecnologia avança a um ritmo acelerado, é necessário o humano adaptar-se rapidamente. Porém, surpreendentemente, as skills mais procuradas são associadas ao lado mais humano, como resolução de problemas, habilidades cognitivas e habilidades sociais.
9ª tendência
Locais de trabalho híper-conectados e aumento da produtividade: As ferramentas de comunicação usadas no nosso dia-a-dia estão a entrar no mundo do trabalho, e por isso, todos os colaboradores estão híper conectados, através de chats internos e mensagens instantâneas. Sendo que, muitas destas ferramentas estão a aumentar a eficiência.
10ª tendência
Dados de pessoas - até onde é o limite? Atualmente é possível o acesso aos mais variados dados, havendo uma rede bastante vasta. No entanto, corre-se o risco do uso abusivo e impróprio desses dados e, portanto, é preciso definir políticas restritas e medidas de transparência sobre o uso desses dados.

Este texto é baseado no artigo da Deloitte que poderá ser consultado em: https://www2.deloitte.com/br/pt/pages/human-capital/articles/tendencias-capital-humano.html      
 
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