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O que se pode dizer sobre a cibersegurança?

Os ciberataques têm crescido abruptamente e o futuro encontra-se cada vez mais incerto e desafiante. Aliar as “analytics” e a automação é uma boa opção para auxiliar os especialistas no seu trabalho.

O número de ameaças a grandes organizações está a crescer tão rapidamente como o número de sistemas em risco (expostos a ataques). Prevê-se que só em 2020 haja mais de 70 biliões de dispositivos conectados. Em 2016 meio bilião de dados foram perdidos ou roubados.

Como podem as empresas fazer face a este rumo?

Quando estamos sujeitos a estes domínios de negócio e expostos a estes elevados números, um procedimento usual é empregar as “analytics” e a automação. 

Estas duas ferramentas poderosas podem-nos ajudar na análise ao consumidor conduzindo, posteriormente, à sua segmentação pelo seu valor. Posteriormente, as ofertas automáticas podem ainda ser customizadas consoante as preferências do consumidor. Estas tecnologias conjugadas devem permitir salvaguardar a cibersegurança destes problemas, cada vez mais frequentes. Estas tecnologias são reativas aos “hacks” com ações tomadas apenas depois da ocorrência do problema. Uma solução é empregar “analytics” de modo a prever e a tentar obter algum controlo. Estudos que utilizaram os atributos dos web servers para prever ataques ao servidor foram bem-sucedidos, prevendo 70% de futuros ataques.

Outros métodos preditivos estão a começar a surgir dos fornecedores de software, permitindo identificar atempadamente a ocorrência destes.

A próxima fronteira de segurança envolve ações automatizadas, estando este método a ser ainda aprofundado. Estas, porém, nunca irão solucionar todos estes inconvenientes. Cabe à organização conjugar a Inteligência artificial (IA) e a humana. Deve-se não só qualificar e identificar as possíveis ameaças, como também, é pressuposto agir e obter uma rápida resposta controlando a segurança no ciberespaço empresarial.

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