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Mercado de trabalho: A imprevisível e renovada imagem do conceito

A renovação já está em marcha!

Longe vão os tempos em que alguém permanecia no mesmo local de trabalho a fazer a mesma tarefa durante toda a carreira.

A velocidade da mudança é acompanhada pela inovação tecnológica em que estamos inseridos, sendo a automatização e a computação o principal responsável.

Muitas profissões exigidas futuramente, ainda não nasceram, e irão surgir consoante o ritmo das necessidades da sociedade, temendo-se, contudo, a existência de oferta de emprego para todos, justificado pelo aparecimento das máquinas e da Inteligência artificial (IA) nas empresas.

Para responder a este obstáculo, necessitamos de nos adaptarmos às capacidades exigidas. Portanto, apostar na aquisição ou reforço de competências informativas e tecnológicas é algo a ter em conta.

Estudos realizados (Google), verificaram que, por vezes, os funcionários especializados e formados, não eram os mais produtivos e “valiosos”, mas sim, os trabalhadores com competências interdisciplinares (soft-skills). Estes adaptam-se ao meio envolvente, conseguindo, assim fazer com que as capacidades soft-skills se sobreponham às intrínsecas “Hard-skills” (conhecimento profundo / estático).

As “skills” mais valorizadas, neste momento, são a criatividade, os valores éticos e a aptidão para trabalhar em equipa.

E, por falar em competências, devemos pensar em apostar e valorizar conhecimentos que não sejam substituídos pela robotização, demonstrando os seus conhecimentos e, consequentemente, justificando a incompatibilidade das máquinas perante as capacidades humanas.

As funções ligadas à informática, vendas e marketing, serviços e hotelaria (turismo) são as que mais se têm desenvolvido ultimamente.

Há também setores de atividade que têm registado mais empregabilidade, como é o caso dos recursos humanos, imobiliário, construção e áreas do direito ligadas à proteção de dados.

A complexidade e a globalização dos negócios levaram à necessidade de uma harmonização contabilística entre países, incrementando os contactos à escala global.

Ultimamente, os Contabilistas atravessam grandes desafios, sendo necessária a adaptação constante ao meio envolvente (empresas, mercado trabalho, clientes), de modo que as suas capacidades sejam extensíveis à aprendizagem de novas habilidades (skills) pretendidas.

A tendência atual indica uma diminuta entrada de “jovens” contabilistas. Deste modo, devido à escassez de oferta, e à constante procura contabilística, os níveis salariais tendem a aumentar. Contudo é preciso que o “novo” contabilista acompanhe a inovadora evolução que afeta esta área. Para isso, é fundamental que este saiba trabalhar na atual era da informatização, visto que, atualmente, nesta profissão se faz praticamente tudo no meio digital, desde os contactos que se estabelecem até à contabilidade em geral. Posto isto, o contabilista necessita de se atualizar e de dar refresh às suas habilidades de modo a ser bem-sucedido no novo mundo do trabalho.

 

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